quarta-feira, 14 de novembro de 2007

O Google faz o raio X

Você tem alguma idéia do sistema operacional, browser, tipo de conexão e até resolução de tela que os visitantes do seu site usam? Pergunte ao Google Analytics. O serviço de medição de acessos do Google traz informações detalhadas sobre a audiência que passa pelas páginas. Ele funciona como um analisador de logs — monitora as atividades do servidor web e fornece as estatísticas correspondentes. O serviço é grátis e permite monitorar um número ilimitado de domínios com apenas uma conta de usuário. Há apenas uma limitação: o Google Analytics monitora um total de até 5 milhões de page views mensais. Para passar disso, é necessário ter uma conta no AdWords com pelo menos uma campanha em curso. A implementação do Google Analytics é simples. Basta copiar o script fornecido pelo Google ao final do processo de inscrição e colá-lo nas páginas do site. Esse processo tem a vantagem de não exigir a instalação de nenhum componente no servidor.

ESTATÍSTICAS

O nível de detalhe das estatísticas do Google Analytics impressiona. Na área de localização geográfica dos usuários, por exemplo, é possível partir do nível de continentes, o mais amplo, e chegar até o nível de cidades, o mais detalhado. Há ainda informações sobre origem do tráfego (direto, ferramentas de busca ou links de outros sites), palavras que mais geraram tráfego para o site e percentual de novas visitas, entre outras informações. Todas as estatísticas são atualizadas com atraso de poucas horas. Isso facilita bastante o acompanhamento dos acessos, já que estatísticas de um dia estão disponíveis no dia seguinte.



INTERFACE

Inaugurada no mês passado, a nova interface do Google Analytics se caracteriza pelo visual rico em gráficos e pelo intenso uso de Ajax. A página de entrada do serviço mostra blocos com os dados mais comuns, como número de visitantes e sistemas operacionais usados. Cada um desses blocos pode ser arrastado para uma posição diferente ou até mesmo eliminado. Assim, o webmaster pode fazer uma página personalizada com as estatísticas que considera mais relevantes. Na área de gráficos, o serviço usa linhas do tempo para mostrar a evolução diária dos acessos e gráficos pizza para informações como tipo de browser e sistema operacional. É uma abordagem mais interessante que a de “tabelão” com colunas e linhas adotada por programas de monitoramento menos sofisticados. A nova interface do Google Analytics só tem uma desvantagem: é mais pesada. Nos testes do INFOLAB, a navegação foi lenta em alguns momentos.





PUBLICIDADE

Uma ferramenta interessante do Google Analytics é a integração com o AdWords. Por meio desse recurso, é possível acompanhar com mais precisão o retorno de campanhas publicitárias feitas com o sistema de links patrocinados do Google. Para a integração o usuário deve ativar a opção do Google Analytics no gerenciador de campanhas do AdWords.


O serviço Google Analytics traz estatísticas detalhadas sobre a audiência do site.


EXPORTAÇÃO


O Google Analytics traz duas opções para exportação dos dados. A opção de PDF é útil quando se quer uma versão impressa das estatísticas. Já a exportação em XML facilita a integração dos dados do Google Analytics com outras aplicações. Algumas informações podem ser exportadas também nos formatos CSV e TSV.



Texto fonte:http://info.abril.uol.com.br

Hábitos de Consumo na Internet

Os hábitos de consumo e a freqüência de compra na internet podem variar de acordo com o perfil de cada internauta, principalmente quando comparamos faixas etárias bastante distantes uma da outra.

No entanto, uma pesquisa realizada pela e-bit em janeiro de 2007 revela que apesar disso, a internet, independentemente da idade, tornou-se um importante canal para atualizar-se sobre o que acontece no mundo para todas as faixas etárias.

Segundo revela a pesquisa, para o público mais jovem (até 35 anos) preços competitivos, promoções, descontos e brindes são fatores determinantes para que eles adquiram mais produtos pela internet, representando quase 70% dos motivos que fazem com que realizem mais ou menos compras no canal.

Em contrapartida, preocupações com a segurança na hora da transação é o que determina o número de compras que o público mais velho (entre 36 e 59 anos) fará ao longo do ano.

Além disso, a pesquisa mostrou também que quase 50% dos jovens (até 35 anos) apresentam-se mais ansiosos e exigentes com relação ao prazo de entrega dos produtos adquiridos no canal do que o público mais velho, principalmente por efetuar o pagamento antes de receber a mercadoria.

A pesquisa também constatou que 40% das pessoas que fazem compras pela rede, independentemente da faixa etária em que se encaixam, visita alguma loja física antes de se decidirem pela compra na internet.

Porém, para as faixas etárias mais jovens (até 35 anos), mesmo que a internet não seja o canal escolhido para comprar, ela serve como ferramenta de pesquisa para 30% deles mesmo antes de adquirir algum produto em loja física.

Observou-se também que a maioria dos serviços disponíveis na rede como sites de relacionamento, blogs e download de músicas ou filmes, com exceção de e-mail, internet banking, compras e portais são utilizados principalmente pelo público com até 25 anos. Esse fato pode ser explicado pela experiência elevada de navegação que esse público tem já que a utilização de internet é um hábito que sempre fez parte do dia a dia dessa geração.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Comercio Eletronico, uma revolução em processo de expansão

O comércio pela internet já se consagrou como um canal alternativo de vendas, caracterizado pela facilidade e conveniência da compra. É também uma forma barata de aumentar a exposição da sua marca e suas vendas. Em alguns casos, pode ser o único canal de vendas, como na Americanas e no Submarino.
No Brasil, o processo de conhecimento e credibilidade do Comércio Eletrônico amplia à medida que se divulgam boas experiências de compra. Hoje são mais de 4,7 milhões de e-consumidores, com tíquete médio de compra de aproximadamente R$ 250,00 registrado em 2005.
As principais preocupações dos consumidores são quanto a prazos de entrega e segurança das transações pela internet; em contrapartida, os benefícios mais citadas são:

• Serviços totalmente integrados;
• Diversas formas de pagamento on-line disponíveis para seus clientes;
• Acompanhamento integral da compra;
• Emissão de cupons de desconto para um determinado cliente, grupo de clientes ou produtos;
• Sistema de entrega SEDEX (ECT) já integrado, facilitando a vida na entrega dos seus produtos.

Dados Estatisticos
COMÉRCIO ELETRÔNICO NO BRASIL (Fonte: 13ª Edição – Web Shoppers, E-Bit)
2005 – faturamento de R$ 2,5 bilhões (43% maior que em 2004)
2006 – faturamento esperado de R$ 3,9 bilhões